"Mas tenta entender de uma vez por todas, cara. Eu estou demonstrando tudo que sinto e você fingindo que não percebe nada."
"Vamos deixar os erros de lado e nos amar, não aguento essa saudade que invade meu peito atingido dores fortes. Esse jogo duro de quem é mais orgulhoso eu perdi, prefiro ser o fraco, mas com você ao meu lado."
"E eu te chamo. Eu te peço, vem. Diga que você me quer. Porque eu te quero também."
"Abri a boca e quase disse algo. Quase. O resto da minha vida poderia ter sido diferente se eu tivesse dito alguma coisa naquela hora. Mas, não disse. Só fiquei olhando. Paralisado"
"Escondo minhas fraquezas quando te mordo. Me sinto seguro quando te abraço. Agora quando te beijo, não sei o que dizer, parece que por alguns instantes vejo meu chão desaparecer."
"Eu sou forte. Pelo menos é o que digo pra mim mesmo, mas a verdade é que existem abismos inteiros entre ser, aparentar, fingir e eu realmente não sei em qual eu caibo. Mas forte mesmo é o meu coração. Tão remendado que aparenta ser uma colcha de retalhos, pobrezinho. Mas eu sempre achei colchas de retalhos a coisa mais bonita feita por costureiros, você não? Costurar pedaços, colar, juntar, fazer laços. É tudo muito bonito que chega a ser poético e você sabe que eu sempre fui fã de poesia. De certo, nunca as entendi. Mas a forma como você as recitava ao pé do ouvido, aquelas palavras, você, tudo isso fazia meu coração se sentir inteiro novamente. E só você é capaz de fazer com que eu me sinta assim, inteiro. Sem você, sou apenas mais uma colcha de retalhos. Bonita? Talvez. Mas ainda aos pedaços."
"Seja forte quando as coisas desabarem."





